Bacia do Rio Negro

Modelos alternativos para os negócios dos produtos da sociobiodiversidade amazônica

Melhorando a gestão de negócios, produção e comercialização da Castanha do Brasil, por meio de experiências do Amazonas e Pará.

 

Parceiro: Fundação Vitória Amazônica – FVA

 

Castanha do Brasil

Castanha do Brasil. Foto: Haroldo Castro/ arquivo FRM

O projeto tem como proposta analisar as dificuldades que são encontradas pelos empreendimentos de base comunitária e buscar soluções para os desafios e comercialização dos produtos da Sociobiodiversidade. Elementos da conjuntura política de cada Estado da Amazônia e municípios, marcos jurídicos complexos, falta de profissionais qualificados para gestão profissionalizada para as cadeias de valor e os longos períodos de tempo necessários para formação de recursos humanos locais, tem papel preponderante na viabilidade efetiva destes empreendimentos.

Estes cenários implicam em prazos maiores de tempo para consolidação e retorno financeiro destas iniciativas, podendo chega a oito, nove ou dez anos para a maturação dos investimentos. Esta demora não-convencional no mundo dos negócios requer estratégias diferenciadas e customizadas, como é o caso do modelo de cogestão de negócios proposto pela iniciativa ‘Mercado Rio Negro: parcerias para Conservação’ onde se desenvolve uma “incubação solidaria” ou incubação de médio e longo prazo dos negócios comunitários. Neste projeto procura estender e aprimorar esta experiência a três cadeias de valores da Amazônia.

Principais Atividades:

  • Ações estratégicas para fortalecimento da cadeia de valor da castanha do Brasil e do ‘Pacto da Castanha’ (bacia do Rio Negro), nos estados do Amazonas e Roraima.
  • Ações estratégicas para fortalecimento das cadeias de cadeias de valor da hortifruticultura agroecológica na Região Metropolitana de Manaus.
  • Ações estratégicas estabelecidas para fortalecimento das cadeias de valor da produção Agroflorestal na região da Calha Norte no Estado do Pará (em parceria com o Imaflora).

Parceiros locais: Rede Maniwa – REMA, Associação de Produtores Orgânicos do Amazonas – APOAM, Comissão de Produção Orgânica do MAPA – CPOrg, Museu da Amazônia – MUSA, Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ, Instituto de Desenvolvimento do Amazonas – Idesam, Secretaria de Produção Rural – Sepror, Secretaria de Meio Ambiente – Sema, Agencia de Fomento do Estado do Amazonas – AFEAM, Assembleia Legislativa do Amazonas – ALEAM e Comissão Ambiental do Amazonas – CAAMA. Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Unini – Coomaru, Hutukara Yanomamy, Cooperativa Xixuaú – CoopXixuaú, Associação Caicubi, Fundação Vitória Amazônica, Instituto Socioambiental, Secoya. CoopMais Labrea, Coop. Manicoré, Amaturá , Secretaria de Produção Rural – Sepror, Secretaria de Meio Ambiente – Sema, Agencia de Fomento do Estado do Amazonas – AFEAM, Junta Comercial do Estado do Amazonas, Organização das Cooperativas do Brasil – OCB, Imaflora, ISA, Idesam, Associação de Produtores do Ramal do Pupunhal – ASPRORP, Associação de Produtores e Castanheiros de Amaturá – APROCAM.

Ficha técnica:

Objetivo geral

Articular junto à produtores de castanha do brasil no Amazonas, agricultores orgânicos da Região Metropolitana de Manaus e agroextrativistas da Calha Norte no Pará, por meio da iniciativa ‘Mercado Rio Negro: Parcerias para Conservação’, um projeto de fortalecimento de gestão de negócios, produção e comercialização de produtos da sociobiodiversidade da Amazônia.

Início

Janeiro de 2016

Duração

8 meses