Acesse o documento que resume os aprendizados do Fundo Vale na implementação de uma estratégia com foco em cadeias produtivas e negócios sustentáveis na Amazônia. Fechar

12 de Junho de 2018

FIIMP forma rede de aprendizado e anuncia atuação para 2019 e 2020

Institutos e Fundações lançam publicação que relata experiência com mecanismos financeiros e negócios de impacto.

Lançamento do Guia FIIMP no Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto.

Lançamento do Guia FIIMP no Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto.

Criado em 2016, o FIIMP – Fundações e Institutos de Impacto vem se estabelecendo como uma rede de aprendizado. A afirmação é de Márcia Soares, analista de meio ambiente no Fundo Vale, durante a Roda de Conversa FIIMP, que aconteceu no Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto – 2018: Investir para Transformar, nos dias 6 e 7 de junho, em São Paulo.

O Fundo Vale é uma das 22 fundações e institutos familiares, empresariais e independentes que compõem o grupo, entre eles diversos associados do GIFE, lançado com o intuito de aprender, acompanhar e conhecer os resultados de investimentos em negócios de impacto, experimentando o uso de diferentes instrumentos financeiros. Cada investidor aportou 10 mil dólares para iniciar as atividades do FIIMP em 2017.

Mais três parceiros compuseram a Roda: Eduardo Pedote, sócio diretor da Bemtevi Investimento Social, Fillipe Barros, analista de gestão de programas do Instituto Votorantim e Luis Fernando Guggenberger, gerente de sustentabilidade do Instituto Vedacit. Todos concordaram que a produção de conhecimento construída a partir dessa ação conjunta foi um dos maiores avanços do FIIMP.

“O FIIMP veio num momento em que estávamos levantando possibilidades de apoiar negócios de impacto social. Mesmo com experiência de anos apoiando projetos na região amazônica, ainda tínhamos que aprofundar nossos conhecimentos. Um exemplo é que aprendemos que se não contribuíssemos com a economia local, não avançaríamos, porque muitos desses projetos já são negócios, mas precisam de apoio na virada de transformação deles. Com o grupo, sinto que somos agora uma rede de aprendizagem. Foram muitas trocas durante quase dois anos e temos um potencial incrível para ampliar a escala,” avaliou Márcia.

Para 2018, o FIIMP tem dois desafios: acompanhar os investimentos do conjunto apoiado, monitorando o retorno financeiro e impacto socioambiental gerado em cada caso, e iniciar a segunda rodada do FIIMP. “Essa governança coletiva do FIIMP construiu um desejo de não pararmos por aí. Estamos estruturando o FIIMP 2 e convocamos instituições que queiram construir conosco o modelo dessa segunda rodada”, provocou Fillipe Barros, anunciando o lançamento de atuação do grupo para 2019 e 2020.

Leia na íntegra na página do GIFE. Clique aqui.

Para baixar a publicação, clique aqui.