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O ano começou quente no Brasil. O Plano Nacional de Bioeconomia começa a sair do papel, a chamada para os núcleos de sociobioeconomia na Amazônia aportará R$ 70 milhões para a agenda, e o 3º leilão do Eco Invest teve demanda muito acima da esperada, mostrando um mercado financeiro cada vez mais disposto a investir em soluções climáticas via blended finance. Ao mesmo tempo, o país avança na regulamentação do mercado de carbono, e as novas exigências de transparência, que trazem o impacto ambiental e climático para o centro das decisões financeiras (IFRS S1/S2), começam a valer.
Entramos em uma fase em que sustentabilidade não é mais coadjuvante: é protagonista. Um eixo que orienta alocação de capital, avaliação de risco e o futuro dos territórios e das pessoas. E é com orgulho que, nesta edição, compartilhamos notícias de soluções brasileiras, apoiadas por nós, ganhando holofotes em palcos internacionais.
A Courageous Land foi premiada em Davos com a plataforma de inteligência agroflorestal que desenvolvemos em parceria. A Caaporã apresentou sua experiência em pecuária de baixo carbono no Future of Food Summit, do Economist Impact, em Londres. E a Belterra foi destaque em uma reportagem incrível sobre SAFs no veículo global do Instituto de Direitos Humanos e Empresas (IHRB). Todos os três são negócios que nos apoiam na implementação da Meta Florestal Vale 2030.
Essas conquistas reforçam o que acreditamos: quando conhecimento técnico, investimento de impacto e visão de longo prazo se encontram, o Brasil deixa de ser apenas potência e se afirma como referência global em soluções para a transição climática.
Boa leitura!
Patrícia Daros, diretora do Fundo Vale |
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Fundo Vale é premiado com Selo Dourado do Cubo Itaú
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Pelo segundo ano consecutivo, o Fundo Vale recebe reconhecimento do Cubo Itaú na categoria Corporate, destacando sua atuação estratégica em inovação e impacto socioambiental positivo |
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Couregeous Land é premiada em Davos |
Plataforma de inteligência agroflorestal, desenvolvida em parceria com Fundo Vale, foi a iniciativa vencedora do Innovate 4 Nature Award 2025, durante o Fórum Econômico Mundial |
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Caaporã é destaque em summit internacional |
Empresa apresentou experiência em pecuária de baixo carbono no encontro The Future of Food, que reuniu em Londres lideranças para discutir sistemas alimentares mais resiliente |
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Transição agrícola justa no Brasil |
Belterra e Fundo Vale ganham destaque em reportagem internacional que apresenta os SAFs como solução para manter a floresta em pé, produzir alimentos e gerar renda digna para quem vive da terra |
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Conexsus abre edital do Fundo de Oportunidades em Inovação (FOPI) para apoiar sociobioeconomia amazônica |
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Analista de Políticas Públicas do IPAM
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Para aprofundar o debate sobre regularização fundiária, conversamos com Raquel Poça, analista de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), sobre os desafios da governança fundiária e os resultados do projeto apoiado pelo Fundo Vale.
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Por que a regularização fundiária é um desafio central para a proteção da floresta e para o desenvolvimento sustentável na Amazônia?
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O principal desafio é a grilagem de terras, que gera insegurança jurídica, disputas e dificulta o controle do Estado. Sem regularização, produtores e comunidades não têm acesso a crédito, assistência técnica ou políticas de conservação, o que impede o avanço da bioeconomia e da produção sustentável, enfraquece a proteção ambiental, ameaça comunidades tradicionais e favorece o desmatamento ilegal.
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Qual é o objetivo central do projeto do IPAM na agenda fundiária? |
O projeto busca implantar, no Pará, um modelo de gestão em regularização fundiária moderno e robusto, baseado em informações técnicas e científicas estratégicas. A meta é fortalecer e consolidar a governança fundiária para garantir segurança jurídica, territorial e social.
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Quais os resultados do apoio do Fundo Vale a este projeto?
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O apoio permitiu produzir materiais de orientação (livreto e livros), organizar encontros técnicos entre órgãos de terras e elaborar a Carta de Belém (um documento assinado em 2023 por líderes de países amazônicos que reúne compromissos para proteger a floresta e combater o desmatamento) e uma estratégia conjunta para a regularização fundiária urbana na Amazônia Legal. Também viabilizou estudos para a criação do Conselho Nacional dos Órgãos Estaduais de Terra,e um relatório sobre o estado da arte da governança fundiária na Amazônia Legal. Por fim, gerou nota técnica da Câmara de Governança Fundiária dos governadores da Amazônia, indicando desafios e ações prioritárias para a regularização rural e urbana na região.
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Faça uma imersão na bioeconomia amazônica para conferir, com dados e boas histórias, como natureza, ciência e saberes tradicionais podem escalar juntos para o mercado global, impulsionando um crescimento econômico sustentável para a região. |
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Em janeiro, a elite política, empresarial e acadêmica reuniu-se em Davos para debater grandes desafios e orientar agendas públicas e privadas. |
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