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Desafio. Essa é a palavra que conecta as histórias desta edição. O desafio de recuperar terras degradadas em escala global, de fortalecer ecossistemas de impacto e de garantir direitos essenciais em territórios vulneráveis.
Na Resex do Rio Gregório, no Amazonas, o desafio ganha contornos muito duros: longos dias de barco até o atendimento mais próximo transformam o direito à saúde um percurso difícil. O projeto SUS na Floresta, viabilizado por uma rede de colaboração exemplar, respondeu a essa realidade com uma solução integrada de atenção primária no âmbito do programa da Vale “Juntos Contra a Pobreza”.
No cenário global, o Nature and Biodiversity Challenge 2026, da plataforma UpLink do Fórum Econômico Mundial, lança um desafio direto à nossa capacidade de escalar a restauração: identificar iniciativas capazes de tornar os processos mais ágeis, mensuráveis e financeiramente viáveis. Ao atuar como Ecosystem Partner no projeto, vamos contribuir com nossas experiências, conhecimento técnico, mentoria e conexões estratégicas para ajudar com que soluções promissoras alcancem a escala que o problema exige.
Tudo isso nos lembra que transformar realidades exige, diariamente, o exercício de encarar desafios não como limites, mas como pontos de partida para novas possibilidades de futuro.
Boa leitura!
Patrícia Daros
Diretora do Fundo Vale |
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Iniciativa multissetorial inaugura ponto de atendimento em saúde em Reserva Extrativista da Amazônia, situada a três dias de barco do posto mais próximo. |
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Simpósio de Inovação Agroflorestal, Bioeconomy Amazon Summit e Impacta Mais 2026 formam, em maio, uma trilha de conhecimento sobre agroflorestas, Amazônia e economia de impacto no Brasil |
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Nature and Biodiversity Challenge 2026
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Plataforma de inovação do Fórum Econômico Mundial, busca startups capazes de tornar a restauração mais rápida, mensurável e financeiramente viável |
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Secretária Executiva Operacional da Aliança pela Restauração na Amazônia |
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Como a Aliança pela Restauração na Amazônia tem contribuído para acelerar a restauração no bioma?
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A Aliança é uma iniciativa multi-institucional e multissetorial, estabelecida em 2017, cujo objetivo geral é promover, qualificar e ampliar a escala da restauração de paisagens florestais na Amazônia brasileira. É uma rede com mais de 190 membros que articula múltiplos atores para a restauração como estratégia integrada à conservação e com benefícios socioeconômicos compartilhados, conectando quem planeja, quem financia e quem faz restauração nos territórios. Nossa visão de futuro é ser um espaço de referência na integração e interlocução multissetorial para dar escala para a restauração. Assim, estamos construindo uma estratégia de inteligência territorial, atuando na qualificação de atores locais e apoiando políticas públicas que tornem a restauração viável no dia a dia de agricultores familiares e comunidades tradicionais. Isso permite que recursos e esforços cheguem mais rápido aos territórios que mais precisam, com soluções técnicas consistentes e compromisso de longo prazo.
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De que forma a inteligência territorial pode transformar a restauração na Amazônia?
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A estratégia de inteligência territorial é o que permite que a restauração deixe de ser uma soma de projetos isolados e passe a ser uma ação planejada, focada nos territórios certos e nas pessoas que vivem neles. A ATERA – Articulação de Inteligência Estratégica Territorial para a Restauração na Amazônia – é a resposta da Aliança a esse desafio: uma estratégia que organiza dados, prioridades e atores para aplicar melhor os recursos, escalar a restauração no bioma e fortalecer iniciativas já existentes. Por meio da ATERA, a Aliança estrutura hubs com treinamentos técnicos, ecossistema de apoio, aceleração de negócios e captação de recursos, conectando políticas públicas, pesquisa, financiadores e quem restaura na ponta.
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Quais foram os principais avanços da Aliança a partir do apoio financeiro de organizações como o Fundo Vale?
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O apoio do Fundo Vale tem sido fundamental para manter a estrutura de apoio à secretaria executiva da Aliança e dar continuidade às ações em rede na Amazônia. A partir desse suporte, a Aliança conseguiu lançar e começar a estruturar a ATERA como um hub para organizar inteligência territorial, treinar equipes, apoiar negócios e captar recursos para restaurar em escala. O Fundo Vale também viabilizou a presença qualificada da rede na COP30 e em agendas estratégicas, como o evento de silvicultura de espécies nativas junto ao BNDES e o workshop do governo federal sobre o Planaveg. Com isso, a Aliança ganhou mais capacidade de articulação, influência e conexão entre governo, pesquisa, financiadores e quem restaura na ponta.
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Conheça quem faz acontecer a Meta Florestal
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A Caaporã Agrossilvipastoril esteve entre as primeiras empresas apoiadas pelo programa Meta Florestal 2030, da Vale. Neste vídeo, o CEO, Luis Fernando Laranja, compartilha um pouco dessa experiência. |
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Fortalecendo a Política Nacional de Bioeconomia – Estudo de Caso
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Conheça os resultados deste projeto, conduzido por um consórcio de organizações liderado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). O estudo apoiou tecnicamente o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Secretaria de Bioeconomia na construção da Estratégia e do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), lançado este mês, por meio de um amplo processo participativo que integrou governo, setor produtivo, academia, sociedade civil, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares.
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