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A potência feminina na defesa da natureza |
Março reúne três datas emblemáticas: o Dia Internacional das Mulheres, o Dia Internacional das Florestas e o Dia Mundial da Água. Longe de serem agendas desconectadas, elas convergem no mesmo sentido: vida, perpetuidade e futuro.
Florestas e água regulam o clima, sustentam economias e modos de vida, garantem abastecimento e mantêm a biodiversidade. E é justamente na gestão da interdependência entre pessoas e natureza que, em muitos territórios, as mulheres assumem um papel fundamental.
No ecossistema de impacto, a essência feminina se traduz em visão sistêmica, empatia e responsabilidade com o longo prazo. Não se trata de romantizar a liderança da mulher, mas de reconhecer a habilidade de ouvir diferentes vozes, considerar realidades diversas, mediar interesses, interconectar saberes, agir com resiliência e construir confiança entre atores que, muitas vezes, partem de lugares muito distintos.
Como fundo de fomento, seguimos atuando para que essa potência se traduza cada vez mais em iniciativas inclusivas e justas: que respeitam a natureza em todas as suas dimensões, que contribuem para recuperar áreas com soluções sustentáveis e economicamente viáveis, que impulsionam a bioeconomia e, assim, que abrem caminhos para novos modelos de desenvolvimento no país.
Boa leitura!
Patrícia Daros,
Diretora do Fundo Vale
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Estudo desenvolvido pelo Fundo Vale em parceria com a Ago Social mapeia como a área de suprimentos pode integrar impacto socioambiental positivo às decisões de compra |
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Como recuperar florestas em grande escala
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Instituto Escolhas elabora pacote de soluções para colaborar com o próximo governo no cumprimento da meta de recuperar 12 milhões de hectares |
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Amazônia em Casa, Floresta em Pé
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Estão abertas as inscrições para o ciclo 2026, que oferece capacitação gratuita para empreendedores da floresta no ambiente digital e que desejam e expandir seu alcance de mercado. |
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Cofundadora do Impact Hub Manaus, da Azô Capital de Impacto e co-idealizadora do FIINSA – Festival de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia. |
Como mulher amazônida, tem como missão fortalecer negócios de impacto, conectar pessoas, destravar capital e abrir novas oportunidades para a região, desejando que ela seja cada vez mais justa e segura para suas populações.
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Na sua trajetória no ecossistema de impacto socioambiental, em quais momentos você sentiu com mais força a presença feminina como potência transformadora? Como essas experiências moldaram a forma como você enxerga hoje poder e impacto dentro desse ecossistema?
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Ao longo da nossa trajetória no ecossistema de impacto socioambiental, a presença feminina como potência transformadora sempre foi muito marcante. No Impact Hub, isso ficou mais evidente quando adotamos métricas de gênero, raça e território e criamos programas intencionais como o Despertar, voltado a empreendedoras que sustentam suas famílias, e o Teçume, que forma uma rede de mulheres investidoras na Amazônia. Esses programas mostram que a força feminina é imensa, mas enfrenta barreiras em estágios mais avançados e no acesso a capital. Por isso, hoje enxergo poder e impacto como sinônimos de intencionalidade e diversidade: sem metas claras e busca ativa, o ecossistema acaba reproduzindo desigualdades.
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Como você percebe hoje a participação de mulheres negras e indígenas nos espaços de decisão e de acesso a recursos no ecossistema de impacto socioambiental?
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Embora exista um aumento de mulheres, inclusive negras e indígenas, empreendendo e atuando no ecossistema, a presença delas em espaços de decisão e de acesso a recursos ainda é muito baixa. Raça costuma anteceder gênero nas barreiras de acesso, o que faz com que mulheres racializadas enfrentem uma dupla exclusão. Para avançar, é essencial ter tomadores de decisão conscientes dessa agenda, mais mulheres nesses cargos e bancas diversas analisando capital. Sem isso, a diversidade não chega aos espaços de poder e o impacto permanece limitado.
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Temos algum spoiler sobre a próxima edição do Fiinsa?
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Sim, temos spoiler! A quarta edição do FIINSA acontece em Manaus, nos dias 3, 4 e 5 de novembro, com imersões em campo, dois dias intensos de conteúdo e um novo formato para aproximar ainda mais os diferentes atores do ecossistema. O festival segue reunindo empreendedores, investidores, comunidades, governo, fundações e organizações para construir agendas diversas conectadas ao território amazônico. Enquanto os ingressos não abrem, já é possível acessar o e-book com os principais insights da edição especial realizada durante a COP, que serve como ponto de partida para as discussões desta próxima edição.
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Amazon Hacking: soluções que nascem no território
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Algumas soluções começam na sala de aula. Outras nascem da escuta do território. No Amazon Hacking, as duas coisas acontecem ao mesmo tempo. Em diálogo com comunidades da região de Belém, estudantes e professores do CESUPA desenvolvem tecnologias para responder a desafios reais do cotidiano local.
Entre as iniciativas estão jogos educativos para apoiar o ensino de matemática, sistemas que ajudam a organizar a rotina de escolas, biodigestores que transformam resíduos orgânicos em gás de cozinha e soluções que fortalecem a produção de cacau e o trabalho de associações comunitárias.
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A bioeconomia ganha força quando parte dos territórios e das pessoas que vivem neles. O relatório reúne experiências e aprendizados sobre como cadeias da sociobiodiversidade podem gerar renda, fortalecer comunidades e conservar a Amazônia. A publicação traz experiências do Médio Juruá e discute caminhos para fortalecer essas cadeias e as políticas públicas associadas.
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