Iniciativa oferece capacitação gratuita para quem quer posicionar seu negócio no ambiente digital e expandir seu alcance de mercado

Estão abertas as inscrições para o ciclo 2026 do programa Amazônia em Casa, Floresta em Pé (ACFP), voltado a empreendimentos da sociobiodiversidade amazônica que queiram fortalecer suas vendas digitais diretamente ao consumidor final (B2C). Realizado pela Climate Ventures, o programa conta com conselho formado pelo Fundo Vale, IDESAM, AMAZ, iCS e CLUA e atua para aproximar produtos sustentáveis da floresta de consumidores conscientes em todo o Brasil, criando pontes entre a Amazônia e o mercado físico e digital.
As inscrições podem ser feitas até às 23:59 do dia 29 de março por meio deste formulário.
O que é o Amazônia em Casa, Floresta em Pé
Lançado em 2020, o ACFP foi desenhado para fortalecer negócios da sociobiodiversidade amazônica, como alimentos, bebidas, cosméticos naturais, artesanato, moda e outros produtos que geram renda a partir do uso sustentável dos recursos da floresta. O programa atua como uma plataforma de acesso a mercado, conectando empreendedores a consumidores, parceiros comerciais e canais de venda. O ACFP busca gerar impacto socioambiental positivo, estimulando cadeias produtivas que mantêm a floresta em pé e valorizam comunidades locais.
“Nosso objetivo é fortalecer empreendedores que transformam a sociobiodiversidade em negócios sustentáveis, justos e inclusivos. O programa oferece exatamente o que essa nova geração de negócios amazônicos mais precisa agora, que é organização e estratégia para vender com autonomia. Assim, conectamos quem produz na floresta com quem consome nas cidades, gerando valor para toda a cadeia produtiva”, diz Márcia Soares, gerente de Amazônia e Parcerias do Fundo Vale.
Impacto na ponta: renda, floresta em pé e consumidores mais conscientes
Ao apoiar empreendimentos amazônicos com orientação, conexões de mercado e acompanhamento estruturado, o ACFP contribui para:
- Gerar renda para comunidades, cooperativas, associações e pequenos negócios;
- Fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, que respeitam o território e o modo de vida local;
- Ampliar o acesso de consumidores urbanos a produtos que carregam história, biodiversidade e compromisso ambiental.
Sobre a chamada de negócios – ciclo 2026
O ciclo 2026 é voltado a negócios que atuam (total ou parcialmente) com produtos da floresta; já possuem produto B2C (vendido diretamente ao consumidor final); desejam começar ou organizar melhor as vendas digitais (via WhatsApp, redes sociais, marketplaces ou loja online) e têm alguém responsável com disponibilidade e acesso à internet para acompanhar a jornada formativa.
Os encontros ao vivo serão quinzenais e acontecerão em dois horários possíveis, com turmas às terças à tarde ou quartas pela manhã, entre abril e outubro de 2026. O início das aulas está previsto para 27 de abril de 2026.
As inscrições são feitas por meio de um formulário online, que analisa:
- Perfil do negócio e aderência à proposta do ciclo 2026;
- Estágio atual em vendas digitais (de quem ainda está começando a quem já tem rotina mínima organizada);
- Compromisso com a jornada formativa e disponibilidade para participar dos encontros;
- Conexão real com a Amazônia, seja por meio dos insumos, das cadeias produtivas, da liderança ou do impacto nas comunidades;
- Capacidade (ou potencial) de atender aumento gradual da demanda, caso as vendas digitais cresçam.
Também são solicitadas informações sobre faturamento, canais de venda, principais desafios na comercialização e o que o negócio pretende mudar, na prática, nos três primeiros meses em relação às vendas digitais, caso seja selecionado.