A programação incluiu debates técnicos, troca de experiências de campo e o lançamento da 1ª edição do Relatório Agroflorestal produzido pelo CEIA, que visa acelerar a expansão dos sistemas agroflorestais através da disseminação do conhecimento

No dia 6 de maio, as analistas de sustentabilidade do Fundo Vale, Paula Mota e Priscilla Queiroz, participaram do I Simpósio de Inovação Agroflorestal, realizado pelo Centro de Estudos & Inovação Agroflorestal (CEIA) na Esalq/USP, em Piracicaba (SP). Com foco em ciência e experiências práticas, o simpósio promoveu debates sobre desafios e oportunidades para ampliar a escala dos Sistemas Agroflorestais (SAFs), assegurando ao mesmo tempo viabilidade econômica e impacto regenerativo.
Paula Mota participou como painelista, compartilhando como as iniciativas privadas podem fortalecer e impulsionar a agenda agroflorestal no país, especialmente a partir das experiências da Meta Florestal 2030 da Vale, uma iniciativa inovadora que inclui em sua estratégia a recuperação de áreas por meio de SAFs e outros sistemas mais sustentáveis. A presença de atores corporativos, como a Heineken e o próprio Fundo Vale, evidenciou o crescente engajamento do setor privado em soluções baseadas na natureza e em estratégias de desenvolvimento sustentável.
“Tivemos a oportunidade de acompanhar discussões com importantes nomes do meio acadêmico e científico, como o professor Carlos Cerri, da Esalq, a pesquisadora Rachel Creamer da Universidade Wageningen e pesquisadores da Embrapa. Além disso, houve uma troca rica de experiências com os representantes de organizações que vêm impulsionando as agroflorestas na prática, como Belterra, Rizoma e Courageous Land, e também de produtores que apresentaram seus cases. Ao longo do dia, ficou ainda mais evidente a relevância dos SAFs como uma estratégia capaz de unir produção de alimentos, conservação ambiental e resiliência climática”, avaliou Paula.
Apoiado pelo Fundo Vale, o simpósio contou com o lançamento da 1ª edição do Relatório Agroflorestal do CEIA, que apresenta um panorama atualizado e inovações em SAFs, além de destacar como o Brasil tem sido protagonista neste modelo sustentável de produção de alimentos. Relatórios como este, contribuem para a disseminação do conhecimento e favorecem a construção de sistemas produtivos mais resilientes, sustentáveis e baseados em evidências técnico-científicas. Acesse aqui!